Curiosamente ... ou, talvez não ... no GTO 2015, nas três provas já disputadas, nem entre os LMP2, nem entre os GTE, foi possivel a um dos vencedores, repetir, aquilo que parece ser uma proeza: vencer uma corrida.
Assim, na ultima prova, em Le Mans, o degrau mais elevado do pódium, esteve ocupado por Rafael Lobato (LMP2) e, por João Moutinho (GTE), com ambos a assegurarem a estreia nessa posição, fruto da maior velocidade em pista, de melhor preparação de um evento tão particular como os 90 minutos de Le Mans mas também, da sempre necessária estrela da sorte dos campeões.
Na próxima prova do GTO, em Silverstone, o "risco" de as classificações no campeonato voltarem a sofrer uma completa reviravolta, é um facto práticamente inevitável, com as lideranças de Rafael Lobato e da ORM/Hotel Eden nos LMP2 e, de Miguel Cabral e da Ghostspeed Academy, a poderem também elas, seguirem o exemplo dos resultados finais das provas.
Quando GTO se prepara para, eventualmente, sofrer uma alteração regulamentar, com a adição de mais uma prova ao calendário e, o descarte da pior pontuação em seis possiveis e, quando já se percebeu, que a arma mais poderosa para o resultado final, é a consistência e, o pontuar o mais possivel, a prova da próxima quarta-feira, apesar disso, pode transformar-se numa questão de tudo-ou-nada, para aqueles que, apesar do andamento demonstrado, continuam aquém do resultado final esperado, marcando o circuito inglês, por um ataque sem perdão, à vitória final na corrida.
Muitas e excelentes razões, para mais um final de noite, na companhia da GT TV em mais uma transmissão em directo.